17 Novembro, 2009

Dezign com "Z"

05 Novembro, 2009

Advox In Concert

Dia 8 de Novembro no auditório do Espaço Brasil em Porto Velho, "ADVOX IN CONCERT".
Não percam!!! Entrada, 1Kg de alimento.

15 Setembro, 2009

Voar, voar até cair!

Putz, esse cara tem um azar da porra!
Até que ele é afinadinho, mas acabou atraindo maus ventos!
Assistam!!!



Muito loko!

24 Agosto, 2009

Anúncio Animado!!!

Os leitores da revista norte-americana Entertainment Weekly terão uma surpresa neste mês de setembro. Em vez de um tradicional anúncio de mídia impressa, a PepsiCo decidiu ir um pouco além e colocará, nas páginas da publicação, um vídeo com pessoas falando.
O anúncio animado foi desenvolvido por meio de uma parceria entre a Pepsi e a rede de Tv americana CBS. A novidade consiste em uma tela muito fina, colada nas páginas da publicação, que transmitirão o conteúdo da grade de programação da Rede de TV exibido nas noites de segunda-feira. A inusitada ideia do anunciante é utilizar o formato para divulgar uma promoção de uma maneira pela qual fique praticamente impossível a peça publicitária passar despercebida aos olhos dos leitores.
Para produzir o "anúncio falante", a Pepsi contou com a tecnologia da companhia americana Amerchip, que criou a peça tendo como base a estrutura dos já tradicionais cartões musicais. Os custos para a produção do anúncio, bem como o acordo da PepsiCo com a rede CBS não foram revelados.



Quando o leitor da EW abrir a revista e chegar às páginas de anúncios, ele verá uma tela pequena piscar e começar a carregar o vídeo. Um breve segmento com atores de "The Big Bang Theory" explica como usar o player, enquanto fala de reportagens da EW e as diferentes seleções de vídeo que o leitor pode escolher. Pressionando um dos cinco botões, leitores podem ver uma montagem de (várias séries).


De: Acontecendo aqui

08 Agosto, 2009

Gandalf resolveu cantar!!!

Depois da trilogia O Senhor dos Anéis, Gandalf se depara com o fim de sua carreira no cinema.
Voltou para a sua antiga casa na cidade de Odessa no estado de Texas, onde resolveu voltar a cantar. É isso mesmo!!! Pra não ser esquecido continuou com o mesmo visual do filme. Mudou seu título de "o mago" para "o mega", ganhando um extra sendo garoto propaganda de um produto cosmético.
Realizando um sonho de ser cantor e fazendo sucesso em um quarteto masculino. Assista e comprove!



:D

24 Julho, 2009

Ação de lançamento da Fiat Strada Adventure

A FCS executou uma ação em uma das mais movimentadas avenidas de Porto Velho. A missão era divulgar o lançamento da Fiat Strada Adventure na Autovema e atrair possíveis clientes até o local onde o veículo estava estacionado.


Uma modelo posicionou-se ao lado do carro e demonstrou, aparentemente, dificuldades em trocar um pneu furado. A ação durou cerca de 1h. O resultado, além de pedidos de casamento, foi a distribuição de brindes da Autovema e uma grande repercussão entre os pedestres e quem passava pela avenida.

E há quem diga que o cavalheirismo morreu.



Essa dica foi enviada por: Fred Fagundes - Diretor de novas mídias (Agência FCS - Bem pensado)

19 Março, 2009

Novas Mídias

O Allan pediu que eu escrevesse algo relacionado a criação publicitária, vou fazer ressalvas, apesar de ser redatora, eu erro e muito nas vírgulas, então, no decorrer deste texto vocês verão vírgulas que não pertencem ou que deveriam pertencer. Ele pediu que eu falasse de Criação e eu escrevi um outro texto, e se você está lendo esse nesse momento é porque eu desisti do outro e comecei a escrever esse.

Eu vou falar o que acho e como acho, enfim, dar uns pitacos sobre novas mídias, guerrilha, twitter, redes sociais, orkut, Facebook, ARGs, e por que nós, pobres publicitários com um mercado restrito, pouca verba, clientes caretas deveríamos saber disso, por quê? Vai saber, né? Vai que rola?


Vou por partes, primeiro, uma introdução básica, elementar e meio “joanocentrista”, depois, talvez, quem sabe, se o Allan deixar, esperar mais seis meses, e se a galera do blog gostar, eu escrevo mais, eu não sou uma especialista, mas, tudo que existe eu tenho, Twitter, tenho, viciada, Facebook, tenho, amo, trabalhei com links patrocinados, Orkut... tenho,né? Brasileiro sem Orkut, não existe, blog, tenho, Myspace, tenho, e o escambaus, tenho, enfim, pergunta ai, que eu tenho.

Há uns oito meses eu tive uma aula sensacional na ESPM - Rio com um cara chamado Pedro Porto, o cara trabalha na Santa Clara/Nitro em São Paulo e trabalha com guerrilha, sonho de muitos cidadãos, e digo, inclusive, a pessoa que vos fala. Ele falou várias coisas legais e eu vou citar algumas.

Ele contou uma série de cases, estratégias, várias histórias fantásticas de clientes maravilhosos, mas, nós perguntamos, e clientes com pouca verba? Pois é, o cara tinha um cliente com pouca verba (para os padrões paulistas de pouca verba) e fizeram algo gigantesco com uma campanha de viral no Youtube, com algumas inserções em TV baratíssimas (de graça até, acho) de 15’’, mas o principal meio era o Youtube e o boca a boca, algo que se esperava um retorno, rendeu 400% mais, ou algo assim, virou case de sucesso, e criaram uma linha de produtos a partir desse produto.

Durante o meu curso na ESPM tivemos que encarar alguns briefings fictícios de produtos reais que pediam que a gente pensasse em ações diferenciadas, ações em internet, guerrilha, novas mídias, não porque somos moderninhos, mas, pelo seguinte fato, e acho que você já sabe disso, essas mídias são, normalmente, muito, muito mais baratas do que mídias tradicionais, são muito mais precisas em atingir um target determinado do que as mídias tradicionais, e você tem uma resposta imediata, ou quase imediata, e além do mais geram um buzz (nome americano hypezinho pro nosso famoso boca a boca) tremendo.

Olha só, vamos a um exemplo, você ficou encarregado de uma campanha, o cara tem pouca verba, mas é mente aberta, vai confiar em você, e você, muito esperto, sugere que, ao invés de gastar toda a verba do cara em televisão e colocar alguns anúncios em permuta no jornal, seja feito um blog, comunidade no orkut, uns links patrocinados, porque se vender ao mundo capitalista do Google, é necessário, e o que mais você achar que ele precisa (com relevância) e o essencial, fazer com que os consumidores tenham experiência com essa marca, que eles fiquem encantados com aquilo e passem pra frente, e coloquem no Youtube e mandem para o amigo ver, participar, que falem dela, e falem bem. E ai, você, meu jovem, minha jovem, vai ter conseguido atingir o que propôs inicialmente, o cara ganhou horrores e manteve a conta com você, ótimo, não?!

Ah, mas, ninguém aqui em Rondônia quer fazer isso, você não pensou isso, pensou?! Se pensou, bom,quando eu trabalhava em Porto Velho sugeríamos mídias alternativas, algumas bem bobas e elementares, e os clientes faziam e elas davam certo, na maioria das vezes. Se você levar uma proposta legal, dentro do conceito, com embasamento e mostrar que vai dar resultado, principalmente financeiro, a tendência é conseguir fazer sua açãozinha bacana, se não, leiauta assim mesmo e põe no seu portfólio, azar o dele.

Lógico que, criação exige Planejamento (com maior pêzão, pra você sentir a importância do Planejamento na Criação), e você não vai usar essas ferramentas sem relevância, sem conteúdo, conteúdo é fundamental e para cada mídia, cada idéia, você pode usar uma forma pro seu conteúdo, bom, me despeço, tô achando que exagerei e lembre-se grandes poderes exigem grandes responsabilidades. 

Escrito por: Joana Mendes23 anos, redatora – pós em Criação ESPM - Rio, e pós em Design Estratégico no CRIED.

06 Março, 2009

Desejo de ser Apple

Inveja? Despeito? Pragmatismo? Para se aproximar do consumidor, a Microsoft muda sua imagem. E, quem diria, usa as armas da Apple

Loja da Apple: a Microsoft se prepara para ter uma rede de lojas nos moldes da concorrente

Desde que Bill Gates e Steve Jobs fundaram a Microsoft e a Apple, nos anos 70, as duas empresas se colocaram como inimigas no mundo da tecnologia. A disputa entre dois dos maiores ícones do moderno capitalismo americano é tamanha que recentemente acabou apelidada de Guerra dos 30 Anos - uma referência à feroz contenda que dividiu católicos e protestantes e assolou a Europa no século 17. Na mesma velocidade com que Apple e Microsoft ganhavam relevância no mercado de tecnologia, Jobs e Gates passaram a trocar farpas, ora criticando métodos de gestão um do outro, ora criticando produtos desenvolvidos pelo rival. Demorou três décadas para que a rixa saísse dos escritórios e das reportagens especializadas e ganhasse os tons explícitos da publicidade. Embalada pela aura de inovação que cerca seus produtos, a Apple tem atacado diretamente a Microsoft em uma série de anúncios de TV batizada de "Get a Mac". Neles, dois personagens encarnam as empresas - um rapaz gorducho, de terno e gravata, chamado PC, simboliza a Microsoft. O jovem descolado, Mac, é a Apple. Invariavelmente, o PC - o sujeito careta - acaba ridicularizado pelo Mac.

Ok. Bill Gates sempre foi o protótipo do nerd. Mas isso não significa que a Microsoft queira ser vista como uma marca sem graça, enquanto a Apple conquista os consumidores mais descolados do mercado. A provocação da Apple foi um dos argumentos para a empresa dar início a uma tentativa de mudança de sua imagem pública - e a estratégia apresenta muitas semelhanças com o que a Apple fez até aqui.

A primeira providência tomada pela empresa de Gates para ficar mais parecida com a de Jobs foi contratar uma nova agência de publicidade para administrar sua conta de 300 milhões de dólares. A escolha recaiu sobre a Crispin Porter + Bogusky (CP+B), conhecida pela inovação e pela ousadia de suas campanhas - e pelo apelido de "Apple da propaganda". Em menos de cinco anos, a CP+B passou do status de agência marginal para o de primeiro time da propaganda, apoiada em uma receita que mistura campanhas recheadas de nonsense e humor negro com ações de grande impacto na internet - uma combinação que não raro acaba em polêmica. Em seu anúncio de estreia para a Microsoft, a CP+B contratou o humorista Jerry Seinfeld, por 10 milhões de dólares, para contracenar com o próprio Bill Gates em um estranho filme que se passa em uma loja de sapatos. A única menção a tecnologia no anúncio é quando Seinfeld, à saída da loja, pergunta a Gates se algum dia haverá computadores "úmidos e fofos como bolos para que a gente possa comê-los enquanto trabalha". Surpreendentemente, Gates responde que sim, com um rebolado enquanto equilibra um churro na mão. O filme, veiculado em setembro, provocou uma chuva de críticas e piadas na internet. A Microsoft chegou a divulgar uma nota a respeito. "Alguns podem se perguntar o que Jerry Seinfeld ajudando Bill Gates a escolher um novo par de sapatos tem a ver com software. A resposta, no mais clássico estilo Seinfeld, é nada. No entanto, o anúncio é o primeiro sinal de um ambicioso esforço da Microsoft em se reconectar com os consumidores ao redor do globo", anunciou a empresa.

Um segundo filme da CP+B, também com Seinfeld e Gates, colocou a dupla em uma típica casa americana enfrentando o desafio de se comunicar com "pessoas de verdade". O objetivo da campanha, dessa vez, ficou claro: ela mostrava como o Windows se tornou parte indispensável na vida de bilhões de pessoas no mundo todo. Duas semanas depois de veiculadas, as duas peças saíram do ar e foram substituídas por uma nova série de comerciais - ainda em exibição -, que respondem diretamente à provocação da série "Get a Mac", da Apple. Os filmes exibem pessoas de todas as partes do mundo, anônimas e celebridades, realizando tarefas relevantes e dizendo orgulhosamente "Eu sou um PC" ("I’m a PC"). O objetivo é mostrar que a imensa maioria dos usuários de computadores do mundo usa produtos Microsoft e que eles estão além do estereótipo exibido nas campanhas da Apple. Uma pesquisa realizada pela consultoria nova-iorquina Brand Keys com 400 usuários de produtos Microsoft e Apple revelou que, embora os anúncios com Seinfeld tenham sido mal recebidos pelo público, a série "Eu sou um PC" teve impacto positivo. Segundo os entrevistados, a campanha passava a imagem de uma empresa tecnologicamente avançada e responsável do ponto de vista ambiental e social. "A Microsoft foi bastante feliz em valorizar sua presença global e sua capacidade de conectar pessoas", diz Amy Shea, vice-presidente da Brand Keys e responsável pela pesquisa. "Até pareceu moderna no anúncio."

O plano de mudança da imagem da Microsoft perante os consumidores não se dá unicamente na frente publicitária. No mês passado, a empresa anunciou a contratação do executivo David Porter, que será o vice-presidente da nova divisão de varejo. O objetivo é montar uma rede de lojas que funcionem nos mesmos moldes das atuais Apple Stores, onde os consumidores poderão conhecer os produtos da Microsoft e contar com orientação especializada. Ainda não há definição de quando e onde as novas lojas entrarão em operação, mas uma espécie de unidade piloto foi aberta em janeiro na sede da empresa, em Redmont, nos arredores de Seattle. Batizada de Centro de Experiência de Varejo, a loja funciona como uma vitrine voltada para os varejistas que distribuem os produtos Microsoft. "Nosso foco hoje é o consumidor, seja ele de games, de programas para PC, de celular ou de aplicativos online", diz Osvaldo Barbosa de Oliveira, diretor-geral do grupo de serviços online e consumo da Microsoft Brasil. "Esse é o mercado que mais cresce no mundo e não podíamos ignorá-lo."

Essa não será a primeira vez que a Microsoft se aventura no varejo. Em 1999, a empresa abriu uma loja chamada microsoftSF, em São Francisco. A loja era dividida em 12 ambientes e exibia 160 produtos da Microsoft e 90 itens de empresas parceiras, além de produtos licenciados com a marca, como bonés, camisetas e canetas. Entre as atrações estava a Digital Art Gallery, onde displays especiais exibiam o espetacular acervo de imagens da Corbis, empresa que também pertence a Bill Gates. A experiência, no entanto, naufragou e a loja foi fechada dois anos depois. Uma das explicações para o fracasso foi a falta de profissionais treinados para atender o público e fornecer explicações sobre os produtos - um dos grandes atrativos das lojas da Apple de hoje. A questão que se coloca para a Microsoft agora é se a estratégia de abrir uma rede de lojas é compatível com a crise que atinge a economia americana. A queda no consumo já fez grandes baixas no setor de varejo de eletrônicos - a rede Circuit City entrou em concordata em novembro, enquanto a Best Buy registrou queda de 6,5% nas vendas no último trimestre do ano passado. Mesmo a Apple, que tem se mantido incólume em meio à crise, enfrentou problemas em suas lojas, cuja média de vendas por unidade entre setembro e dezembro de 2008 foi de 7 milhões de dólares, ante 8,5 milhões no mesmo período de 2007. "A Microsoft está colocando o carro na frente dos bois: não são as lojas que trazem compradores para os produtos, mas sim produtos inovadores é que trazem os compradores às lojas", diz o analista Allan Krans, da consultoria Technology Business Research. "A Apple abriu suas lojas quase simultaneamente ao lançamento do iPod, enquanto a Microsoft não tem nada de revolucionário para mostrar."

O movimento da Microsoft para cativar os consumidores ocorre em um momento difícil para a empresa. Todas as suas tentativas para conter o avanço da rival ou alcançar um novo patamar de crescimento nos últimos dois anos não deram os resultados esperados. O Zune, lançado em novembro de 2006 para concorrer com o iPod, caiu na vala comum dos tocadores de MP3, sem uma fração do brilho ou do charme do aparelho da Apple. O novo sistema operacional da empresa, o Vista, que substituiu o Windows XP em 2007, teve um lançamento catastrófico com uma série de falhas e defeitos que emperravam as máquinas e impediam sua conexão com outros equipamentos. Apesar das mudanças e das correções feitas, o Vista teve sua imagem irremediavelmente comprometida, e o novo sistema operacional da empresa, o Windows 7, só deve chegar ao mercado no início de 2011. No começo do ano, os fracos resultados do último trimestre de 2008 (faturamento 900 milhões de dólares abaixo do esperado) levaram a Microsoft a anunciar o corte de até 5 000 funcionários, a primeira demissão em massa de sua história. Diante disso, a reconquista do consumidor por parte da companhia de Bill Gates é crucial. A Microsoft terá de provar que mesmo um nerd pode ter muitos encantos.

Fonte: Portal Exame


12 Janeiro, 2009

Uma foto antes da surra!!!

Quem um dia não foi criança?! Elas correm pela casa, mexem em tudo, fazem barulho, chamam a atenção. Energia não falta, e criatividade também. Vejam o que essas crianças fizeram quando não tinha ningém por perto. Que sapecas, levadas, meu Deus....essas crianças são (...) demais!!! :D





Estava de férias, mas de volta a ativa resolvi colocar essa beldade por falta de material...mas enquanto vcs se divertem vendo as fotos, estou preparando algumas novidades pra 2009...abraço a todos!!!





10 Dezembro, 2008

La Villete - CITROËN

O grupo Bezerra & Portela lançou  mais uma concessionária no Estado de Rondônia, La Villete - CITROËN.  O esforço de comunicação elaborada pela Imaginação Publicidade, foi veiculada nessa última semana com 2 VTs (Teaser e Resposta). No primeiro vídeo, o Teaser chama a atenção para uma garagem com o texto reserve sua vaga. No segundo vídeo, de resposta, a mesma garagem está com um carro preto, e ao final do VT revela-se a marca.


Assista os vídeos.



Criação: Jackson Robles, Fábio Vasconcelos e Allan Loeschner
Direção de Arte: Allan Loeschner e Jackson Robles
CG e Finalização: Allan Loeschner
Agência: Imaginação Publicidade
Aprovação pelo cliente: Isaac Portela e Leandro Quintiliano